O problema
A planilha funciona até o dia em que não funciona
O cálculo do repasse de um assessor não é uma multiplicação. Ele envolve
percentual diferente para carteira própria e carteira tombada, retenção
de imposto, custo de mesa que pode incidir sobre a margem ou sobre a
receita líquida, mínimo garantido que às vezes soma e às vezes substitui
a parte variável, e bônus de liderança sobre a produção do time.
Cada uma dessas regras vira uma coluna nova na planilha. Depois de alguns
meses, ninguém no escritório sabe mais explicar por que a célula
AC47 tem aquela fórmula — e ninguém consegue auditar um
número que não sabe reproduzir.
Cálculo sem auditoria
Não há histórico de qual regra valia quando o pagamento foi feito.
Repasse divergente
O valor calculado e o valor pago não conversam, e a conciliação é manual.
Assessor no escuro
O profissional só descobre quanto vai receber quando o dinheiro cai.
Horas de retrabalho
Todo fechamento de mês recomeça o mesmo processo à mão.